acidez

são ressacas
,são marés

.gravidade nas
correntes
d’uma vid’
arremessada
contra a
concret’
agrura
face às ondas
levantada

artificial-
mente

.vem a fase
,vem a outra

.mingu’aquilo que é cheio
num
crescent’
eclipsado
pelo tempo
recorrente

.nada brilh’aquilo tido como
pleno
permanente

.é dos restos
do luar
destruídos pelo
todo
o futur’ou mesm’o
fim
que não passa de mais
lodo

.para o sempr’
intermitente
,docemente
,é que me
movo
.

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